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fevereiro 28, 2007
dezembro 03, 2006
Botão em flor
Clarice Lispector
esboço de
Cinza
4
forma(s) de sentir
Rasgos: Água, Escritores, Morte, Sol
novembro 18, 2006
A ti Mário...
7
Eu não sou eu nem sou o outro
Sou qualquer coisa de intermédio:
Pilar da ponte de tédio
Que vai de mim para o Outro.
Eu não sou eu nem sou o outro
Sou qualquer coisa de intermédio:
Pilar da ponte de tédio
Que vai de mim para o Outro.
Mário de Sá-Carneiro
(Lx, fev, 1914)
esboço de
Cinza
3
forma(s) de sentir
Rasgos: Escritores, Retratos
maio 22, 2006
Antes de partir...
esboço de
Cinza
2
forma(s) de sentir
Rasgos: Escritores, Morte, Reflexos, Retratos
maio 16, 2006
Sexo fraco... incapaz de dar à luz poesia
"Se eu fosse mulher - na mulher os fenomenos histéricos irrompem em ataques e cousas parecidas - cada poema de Álvaro de Campos (o mais histericamente histérico de mim) seria um alarme para a vizinhança. Mas sou homem - e nos homens a histeria assume principalmente aspectos mentais; assim tudo acaba em silêncio e poesia..."Fernando Pessoa
in Carta a Adolfo Casais Monteiro
in Carta a Adolfo Casais Monteiro
sobre a génese dos Heterónimos
Creio que Lispector lhe murmura lá nos céus: "Perdão é um atributo da matéria viva".
esboço de
Cinza
1 forma(s) de sentir
Rasgos: Arte, Escritores
janeiro 21, 2006
Uma aprendizagem ou o livro amargo....
Frente ao texto, aqui estou. Não me resta mais nada a não ser verter em palavras os sorrisos perdidos entre o olhar e a memória. Na ausência, tudo se veste de luz; numa cornucópia lancinante buscando os rasgos de querer e as vontades que vão e se vão e voltam a assumir essa volúpia estranha caracterizada pelos humanos como o sentir. Sento-me e peso a ternura das frases deixadas perecer no tempo. Seria a discórdia que separou de mim o conteúdo desta escrita, outrora feita por retalhos, riscos e gritos permanentes, assomando a nitidez de um nevoeiro e dando-lhe a veemência de se poder concretizar em vida. Passa por mim, muitas vezes um poema. Um poema de uma mulher desfeita. Uma mulher sentada num sofá onde existiu a marca de um outro corpo. Uma mulher que toma constantemente um café amargo, numa chávena amarga, num sorriso amargo, na amargura do fumegar amargo desse tão simples café: amargo.
esboço de
Cinza
3
forma(s) de sentir
Rasgos: Escritores, Reflexos, Retratos
novembro 29, 2005
Lucidez
"- Dá-me a tua mão. Porque não sei mais do que estou falando. Acho que inventei tudo, nada disso existiu! Mas se inventei o que ontem me aconteceu - quem me garante que também não inventei toda a minha vida anterior a ontem?"
Clarice Lispector
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Cinza
1 forma(s) de sentir
Rasgos: Escritores
Clarice

"Falta muito a contar. Mas há alguma coisa que será indispensável dizer.[...] É que não contei tudo."
in A Paixão segundo G.H
Clarice Lispector
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Cinza
1 forma(s) de sentir
Rasgos: Escritores
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